Arquivo da categoria ‘Uncategorized’

Mudei!

17 Junho, 2007

hunfs

11 Junho, 2007

Tô sem criatividade e sem coisas legais pra postar…

Drag Racer

5 Junho, 2007

Joguinho bacana..

A sinopse não tem muito mistério, você começa mal de grana e compra um carro usado. Começa a participar de pequenos campeonatos e rachas, vai equipando e regulando a maquina (customização legalzinha, até), compra novos carros, participa de campeonatos mais fodas, e poraí vai.

A jogabilidade é boa, você pode optar por 3 modos de dificuldade e dependendo da sua disponibilidade, pode optar por jogar na versão webgame ou baixar o jogo, sendo esse segundo com suporte para jogatina online e save game.

Ah, tudo gratuito :)

Peguei no TARJAPRETA

CONVOCAÇÃO

30 Maio, 2007

TODO MUNDO NA TOCA DO CARANGUEJO(candelaria) SEXTA FEIRA!!!

 

COMER CARANGUEJO, TOMAR UMA CERVA E ASSISTIR O JOGO DO BRASIL!

 

ÀS 15H!

 

:)

Hehe!

21 Maio, 2007

Hoje chegou a saia (spoiler) nova que comprei pro carro…

Com direito a telinha cromada e tudo mais, mutxo mais irada :D

Vou mandar pintar hoje, quando instalar no carro posto uma foto ;]

Amigo é pra essas coisas…

20 Maio, 2007

Madson diz:
vô te mandar essa imagem pra tu colocar no blog.. dizendo ki eh Dog ensinando a uma amiga a dar o cú!
kkkkkkkkkk

hahahahaha

Domingo…

20 Maio, 2007

…É um saco. 

Chicleteiro eu, chicleteira ela

20 Maio, 2007

Essa história nunca contei pra ninguém, e se contei, foi por alto, sem riqueza de detalhes, isso porquê sempre fui uma criança esperta e pra mim é motivo de orgulho ostentar esse título, fui orador de turma na formatura de alfabetização, tinha as melhores notas, era o power ranger branco, sempre pegava os melhores jambos e era também o mais veloz na bicicleta. Histórias como essa que vou contar agora cagam totalmente minha imagem infantil, expõe a todos o nível de retardo mental que as vezes eu atingia, mas tudo bem, se é para o bem do meu blog, lá vai…

Apesar de eu não fazer ideia de quantos anos tinha, sei que era bem moleque. Estudava no Jardim Escola Natureza viva, e nesse dia lembro-me que havia tido uma briga entre dois ‘coleguinhas’ porque um havia pregado chiclete mastigado na cabeça do outro, aquilo me fascinou. Todas os professores, diretores, cordenadores e uma equipe da s.w.a.t. em pânico para tirar o chiclete da cabeça do menino, deitado alí na maca da enfermaria, aos prantos, rodeado de meia dúzia de pessoas que falavam sem parar, parecia mais que o menino estava em estado terminal, acho que ví até alguem ligando para os bombeiros.

Aquilo me deixou impressionado, poderia mesmo um chiclete ser motivo de tanto cagaço? O que será que estava acontecendo na cabeça do menino pra mobilizar tanta gente? Eu havia de matar minha curiosidade…

No mesmo dia, já em casa, deitado no sofá da sala assistindo a sessão da tarde, mastiguei um Ploc Tutti-Frutti por uns 5 minutos e sem dó nem piedade meti o chiclete todo babado na cabeça.

Desesperei-me com o resultado. Em pânico, nem lembrei que os que os cabelos crescem, achei que ou teria um buraco na cabeça pra sempre ou meus cabelos seriam o habitat daquele chiclete rosa aguado pra o resto da minha vida. Lembrei-me de todas aquelas pessoas em pânico no colégio e meu cagaço só aumentava, e pra completar, não tinha ninguém em casa.

Metí shampoo, nada. Sabonete, nada. Sabão em pó, nada, aí pensei: “ora, tenho que colocar algo escorregadio, para os cabelos poderem escorregar e se soltarem” procurei uma substancia com a viscosidade certa por toda a casa, pensei em passar manteiga, mas não, eu não suportava a maneira como a manteiga impregnava na pele, sempre foi algo que evitei ter contato físico, segunda opção? Maionese. Sim, sei que é digno de Ripley’s Believe or Not, mas é verdade, taquei maionese no cabelo, mexí, mexí, mexí, em vão. Até que tive a segunda brilhante ideia de meter o que? Farinha… assim o chiclete ficaria seco e duro e meus cabelos soltariam, peguei o primeiro saco de farinha que achei na cozinha e taquei na cabeça. O chiclete impregnou mais que nunca, eu estava desesperado.

Passadas umas duas horas de pânico, ouço a porta abrir, era minha mãe, ela não estava só. Chegou em casa com umas tres amigas, era meu fim.

O que iriam achar de mim? um cara que prega um chiclete na própria cabeça depois mete maionese e farinha encima? Não, ninguém poderia saber disso!

Entram todas, eu estava sentado na escada, com a mão na cabeça, cobrindo o chiclete…

-Oi filho
-oi Leozinho
-oi =]

Para o meu alívio, ninguém notara.
Mas como criança esperta que eu era, pensei “Tenho que ser o mais natural possível” e como eu seria o mais natural possível? Indo beber água na cozinha, onde todos estavam, com a mão na cabeça, claro.

-O que foi na cabeça léo?
-ham? (cagaço master)
-a mão na cabeça.. que foi?
-a… nada não
-deixe eu ver aqui
-não mãe, tem nada não
-mas eu quero ver
-não é nada! (cagaço king master borraço vedation)

Nessa hora eu só me lembrei do desespero do colégio inteiro, iria acontecer o mesmo na minha casa daqui a alguns segundos.

-sério, né nada não…
-mas vou ver mesmo assim!

Nunca ví minha mãe fazer uma cara maior de “mas que porra é essa!?” do que quando ela tirou a minha mão de cima do chiclete.

-Meu filho! O que é isso!?

Nesse momento sentí todos os meus neuronios fritarem, era um overclock cerebral, tinha que encontrar uma desculpa que não a fizesse me levar a um psiquiatra em menos de 1 segundo, sentí bilhões de palavras, frases, imagens sendo processadas pelo meu cerebro na velocidade da luz.

- Isso o quê?
- Na sua cabeça!
- O que tem na minha cabeça!?
- Isso! O que é isso? Farinha? e esse negocio grudado?
- QUE!? O que tem na minha cabeça!?!? (desespero fingido)
- O que é isso Leonardo? ¬¬
- Não sei! não ví, traga um espelho!
(Todas as amigas dela já me faziam um círculo ao meu redor, como no colégio)

Me fiz de doido, estava tão surpreso com a descoberta quanto elas.

Depois de muito catucarem minha cabeça, descobriram que era um chiclete com shampoo, sabonete, sabão em pó, maionese e farinha. (Na verdade elas só identificaram o Chiclete e a farinha, o resto nem quero pensar no que elas imaginaram que poderia ser).

Então minha mãe foi ao freezer, pegou uma pedra de gelo, deixou alguns segundos sobre o chiclete, que milagrosamente, como Moisés abriu o mar vermelho, despregou dos meus cabelos.

Sentí meu cerebro desinchar, meu estomago se descontrair, meus olhos voltarem as orbitas, meu sangue retornar a circular, sentí a presença de deus naquela cozinha, descobrí que a vida continuara, agora podera bater no peito e dizer, com orgulho:

Eu sobrevivi.

+o(

20 Maio, 2007

To passando mal, to passando mal, to passando mal, to passando mal, to passando mal, to passando mal, to passando mal, to passando mal.

Nunca mais vou beber, nunca mais vou beber, nunca mais vou beber, nunca mais vou beber, nunca mais vou beber, nunca mais vou beber.

Descobrí porquê não estava tendo ressacas.

Eu não ‘não estava tendo ressacas’… eu estava acumulando ressacas, todas para hoje, ou melhor, para agora. Fazendo um check fica algo mais ou menos tipo: “Cabeça? Doi; Estomago? Doi; Fígado? Doi; Costas? Doem; Gartanta? Doi…” e poraí vai. To morrendo. Mais enjoado que uma grávida de quadrigêmeos no 17° mês de gestação (?). Vou desligar o pc antes que vomite tudo e morra eletrocutado. bluorgh.

Novo recorde de estupidez online

17 Maio, 2007

Um pesquisador de segurança online fez uma experiência. Criou um anúncio através do Google AdWords com o texto: “Seu computador está livre de vírus? Contamine-se aqui!”. Deixou no ar por seis meses. Resultado? 0.16% dos usuários clicaram. 259.723 exibições, 409 cliques e um custo final de US$0,06 por usuário “contaminado”.Antigamente era preciso uma engenharia social mais elaborada para convencer alguém a clicar em um link maligno. Hoje basta confiar na boa e velha estupidez humana, e na escala. O lado ruim é que isso torna o hacker fuçador uma espécie em extinção. Quer roubar senhas de orkut, msn, etc? Não perca seu tempo com esquemas elaborados. Monte uma página com um formulário online pedindo a senha do sujeito, dizendo que é necessária para… vejamos… dizer quem o bloqueou. Pronto.

Fonte Slashdot